12 de junho, de 2026 | 13:20

Quatro traficantes de drogas de Ipatinga têm condenações mantidas pela Justiça em segunda instância

Wellington Fred
Em decorrência da movimentação do tráfico, a área dos bares foi marcada por crimes violentos nos anos anterioresEm decorrência da movimentação do tráfico, a área dos bares foi marcada por crimes violentos nos anos anteriores

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) obteve a manutenção, por unanimidade, das condenações de quatro réus envolvidos em um esquema de tráfico de drogas em Ipatinga. Em segunda instância, a Justiça acolheu os argumentos do MPMG, rejeitou os recursos da defesa e manteve as penas, que variam de oito a 11 anos de reclusão em regime inicial fechado.

A atuação no caso foi coordenada pela Promotoria de Justiça Criminal de Ipatinga. Conforme apurado, o grupo criminoso operava na região conhecida como área dos bares do Bethânia, utilizando pontos do comércio local para a venda, o transporte, o armazenamento e a distribuição de drogas.

Insegurança e reclamação

Em razão da intensa movimentação do tráfico, o local conhecido como "área dos bares", no gramado da avenida Selim José de Sales foi marcado por crimes violentos nos anos anteriores conforme noticiado pelo Diário do Aço, o que gerava comoção entre moradores e sucessivos pedidos de providências às forças de segurança.

As investigações apontaram que os crimes foram praticados entre novembro de 2022 e janeiro de 2023. Durante esse período, policiais acompanharam a atividade criminosa e intervieram no momento considerado mais adequado para a obtenção de provas.

Monitoramentos e filmagens registraram a atuação dos envolvidos e evidenciaram, inclusive, a participação de adolescentes na atividade ilegal.

A Justiça rejeitou as alegações da defesa que buscavam anular as investigações e confirmou que houve autorização judicial para os procedimentos adotados.

No mérito, os desembargadores consideraram comprovadas a autoria e a materialidade dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, com base em relatórios policiais, gravações em vídeo e apreensões de entorpecentes feitas com usuários logo após as compras.

A decisão também manteve o aumento das penas em razão de os crimes terem sido praticados em locais de intensa circulação de pessoas e com o envolvimento de adolescentes.
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Comentários

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Roberto

12 de junho, 2026 | 14:24

“Já está precisando de ter outra ! Na praça do vila celeste tbm”

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