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05 de julho, de 2026 | 19:00

Haaland implacável: O relato do adeus Brasileiro na Copa de 2026

Remada viking da Noruega despacha o Brasil nas oitavas da Copa do Mundo

Reprodução de vídeo
Em um duelo intenso em Nova Jersey, a Seleção Brasileira tentou impor o ritmo ditado pelo técnico Carlo AncelottiEm um duelo intenso em Nova Jersey, a Seleção Brasileira tentou impor o ritmo ditado pelo técnico Carlo Ancelotti

A noite deste domingo (5) entrou para a história do futebol como o dia em que o fantasma europeu e o faro de gol de um gigante escandinavo interromperam o sonho do hexacampeonato mundial. Em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, no MetLife Stadium, a Noruega eliminou o Brasil por 2 a 1, com uma exibição cirúrgica de Erling Haaland na reta final do segundo tempo. O único gol da seleção foi marcado aos 55 minutos do segundo tempo, quando Neymar cobrou um pênalti.

Após uma primeira etapa tensa - marcada por um pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, defendido pelo goleiro Nyland -, o jogo se arrastava em um equilíbrio tático até que a estrela do principal centroavante do mundo brilhou no gramado de Nova Jersey.

O primeiro golpe: O vacilo na marcação (79')

O relógio apontava 34 minutos da etapa complementar quando a estratégia defensiva armada por Carlo Ancelotti ruiu. Em uma investida pelo setor ofensivo norueguês, a zaga brasileira bateu cabeça e deu o espaço que jamais poderia ter concedido.

Com liberdade na intermediária, a bola cruzada viajou em direção à grande área. Erling Haaland, demonstrando um senso de posicionamento impecável, desmarcou-se com facilidade de Gabriel Magalhães e subiu completamente sozinho. Com um movimento preciso e firme, o camisa 9 testou para o chão, sem dar qualquer chance de defesa para Alisson Becker. Era o gol que inaugurava o placar e colocava o Brasil em desespero.

O golpe de misericórdia: O contra-ataque fatal (90')

Com a desvantagem, a Seleção Brasileira se lançou desordenadamente ao ataque, promovendo as entradas de Neymar e Endrick. Contudo, a organização nórdica prevaleceu contra o abalo psicológico do Brasil.

Já aos 45 minutos regulamentares, com o time brasileiro exposto, a Noruega armou uma transição em velocidade letal. A bola encontrou novamente Haaland em condições ideais dentro da área. O "Cometa", com a frieza que o consagrou globalmente, bateu firme e cruzado para balançar as redes de Alisson pela segunda vez no jogo, selando o placar em 2 a 0 e decretando, de forma dolorosa, o fim da linha para o Brasil no torneio.

O gol de penalti

O gol de pênalti do Brasil contra a Noruega saiu nos acréscimos do segundo tempo, exatamente aos 55 minutos (90'+10'). Neymar assumiu a responsabilidade da cobrança e converteu a penalidade máxima com precisão após confirmação do VAR. A bola foi para o fundo das redes do goleiro Nyland, diminuindo o placar para a Seleção Brasileira na reta final do confronto. Apesar do gol bem-sucedido do camisa 10, a partida terminou com a vitória norueguesa por 2 a 1.

E o tabu permanece

Com este resultado, o Brasil mantém um tabu incômodo de nunca ter vencido a Noruega na história do futebol masculino e estende sua sina de eliminações em mata-matas da Copa do Mundo para seleções europeias, um tabu que perdura desde a final de 2002. A Noruega avança para enfrentar o vencedor de México e Inglaterra nas quartas de final.

Seleção Brasileira (Técnico: Carlo Ancelotti)

A administração municipal não atua aqui diretamente, já que se trata da Seleção. A grande novidade na equipe titular foi a entrada de Gabriel Martinelli no lugar de Lucas Paquetá, que desfalca o time por conta de uma lesão muscular na coxa esquerda. O Brasil vem a campo estruturado no esquema 4-2-3-1:

Goleiro: Alisson Becker (1)

Defensores: Danilo (13), Marquinhos (4), Gabriel Magalhães (3) e Douglas Santos (16)

Meio-campistas: Casemiro (5) e Bruno Guimarães (8)

Meias ofensivos/Atacantes: Rayan (26), Gabriel Martinelli (22) e Vinícius Júnior (7)

Centroavante: Matheus Cunha (9)

Seleção Norueguesa (Técnico: Ståle Solbakken)

A Noruega montou uma equipe competitiva no esquema tático 4-1-2-3, apostando na força defensiva e na genialidade de sua dupla principal: o articulador Martin Ødegaard e o homem de referência Erling Haaland.

Goleiro: Ørjan Nyland (1)

Defensores: Julian Ryerson (26), Kristoffer Ajer (3), Torbjørn Heggem (17) e David Møller Wolfe (5)

Meio-campistas: Patrick Berg (6), Sander Berge (8) e Martin Ødegaard (10)

Atacantes: Alexander Sørloth (7), Erling Haaland (9) e Antonio Nusa (20)
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Comentários

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Mazim

05 de julho, 2026 | 19:20

“Não coloquem a culpa na defesa, o ataque eh muita firula e pouco gol.”

Neymar

05 de julho, 2026 | 19:19

“O talento Neymar foi parte integrante do time que fez a pior campanha em quase 100 anos.isso e história não é opinião!
Agora, perdoa me se estiver enganado, mas senti que o time diminuiu muito de produção com entrada do Neymar.embora os dois gols tomamos em nada ele contribui negativamente.”

Mura

05 de julho, 2026 | 19:12

“Voa....voa...voa... passarinhos...de volta pra casa.....neymala.... é um zero a esquerda......Viva Erilng Haaland......deu uma lição no Brasil..... esqueçam Neymala e daí o Brasil tem alguma chance.......”

Antonio

05 de julho, 2026 | 19:11

“Nen mar nem terra, lágrimas de crocodílo...kkkk”

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