28 de janeiro, de 2023 | 00:01

Curta Vitória a Minas grava filmes em dez cidades capixabas e mineiras

Fotos: Gustavo Louzada/IMA
As primeiras filmagens começaram em Nova Era (MG), foram para Ibiraçu (ES) e estão em Colatina (ES) neste fim de semanaAs primeiras filmagens começaram em Nova Era (MG), foram para Ibiraçu (ES) e estão em Colatina (ES) neste fim de semana
Aquela ideia que virou história, ganhou corpo de roteiro, orientou o plano de filmagem e motivou toda a comunidade está pronta para ser transformada em curta-metragem. O projeto Curta Vitória a Minas II iniciou as gravações de dez histórias selecionadas em cidades capixabas e mineiras que se desenvolveram no entorno da Estrada de Ferro Vitória a Minas. O projeto é patrocinado pelo Instituto Cultural Vale, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e conta com a realização do Instituto Marlin Azul e Ministério da Cultura.

“Dezinha e Sua Saga”, escrita pela auxiliar de serviços gerais Luciene Crepalde, foi a primeira história a ser gravada entre os dias 20 a 22 de janeiro, em Nova Era (MG). Na sequência, o projeto pegou o caminho para Ibiraçu (ES) para filmar a história “Reciclando Vidas e Sonhos”, da catadora de materiais recicláveis Ana Paula Imberti, no período de 24 a 26 de janeiro. “O Último Trem”, de autoria do vendedor Fabrício Bertoni, será gravado em Colatina (ES) neste fim de semana.

Na segunda etapa serão gravadas as histórias: “Santa Cruz”, da artesã Rita Bordone, de Ipatinga (MG); “T-Rex e a Pedra Lascada”, do biólogo Luã Ériclis, de João Neiva (ES); “Colatina, A Princesa do Rock”, do jornalista Nilo Tardin, de Colatina (ES); “Lia, Entre o Rio e a Ferrovia”, da professora e comunicadora Elisângela Bello, de Aimorés (ES); “Mães do Vale: Um olhar sobre a Maternidade”, da contadora Patrícia Alves, de Coronel Fabriciano (MG); “O Tempo era 1972”, do aposentado Ademir de Sena, de Naque (MG); e “Um Ponto Rotineiro”, da estudante Jaslinne Pyetra, de Baixo Guandu (ES).

Mão na massa
Após 15 dias de oficinas audiovisuais, realizadas em setembro do ano passado, os dez autores selecionados em um concurso de história voltaram para as suas cidades, para promover a mobilização e a preparação das comunidades para as filmagens. Nesta segunda etapa, eles colocam em prática o aprendizado sobre fotografia, som, direção, direção de arte e produção, contando com o suporte de equipamentos de captação de imagens e de som e a orientação de uma equipe de profissionais de audiovisual. Depois das gravações, cada autor partirá para a montagem, também, contando com o acompanhamento de um editor.

As obras comporão um circuito de difusão com exibições abertas e gratuitas em telas de cinema montadas em ruas e praças das cidades participantes. A comunidade assiste ao filme do lugar e a obras feitas por outros autores selecionados pelo projeto. As ficções e documentários deverão participar, também, de mostras e festivais de cinema.
O objetivo é possibilitar aos moradores das cidades que se desenvolveram ao longo da Estrada de Ferro Vitória a Minas a oportunidade de contar histórias, transformá-las em filme e registrar as memórias, os costumes, os hábitos, as lendas e as peculiaridades dessas localidades, contribuindo para o fortalecimento territorial e comunitário. Mais informações no site: www.curtavitoriaaminas.com.br.
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