A Ternium reafirma que vai recorrer da
decisão de 18/6 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), uma vez que não houve alteração de controle no momento de sua entrada no capital da Usiminas, em 2012.
Arquivo DA
Depois da Ternium vencer a causa em outras instâncias da Justiça e ter pareceres favoráveis na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a 3ª turma do STJ deu provimento dia 18/6 a um embargo de declaração da CSN, que agora será alvo de novo recurso
A decisão do STJ obriga a siderúrgica de controle italiano, Ternium, a pagar indenização de R$ 5 bilhões à CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), referente à aquisição de participação na Usiminas em janeiro de 2012. A CSN alega que houve mudança no controle acionário da Usiminas depois da compra pela Ternium das ações da Votorantim e da Camargo Corrêa, operação realizada em 2012.
Entretanto, a Ternium informou acreditar que tal decisão é contrária ao direito material e processual aplicável, portanto planeja "defender vigorosamente a sua posição, que foi confirmada por uma longa série de precedentes e decisões judiciais, assim como apresentar todas as moções e recursos à sua disposição".
A Ternium lembra que há jurisprudência firmada e consolidada no país pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e por instâncias judiciais ao longo de 12 anos, incluindo decisão anterior da própria Terceira Turma do STJ.
ProvisionamentoSobre o provisionamento no valor de U$ 783 milhões, divulgado em seu balanço do 2º trimestre de 2024, a empresa esclarece que a provisão contábil segue estritamente as regras aplicáveis a companhias listadas na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
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