22 de janeiro, de 2026 | 07:00
Piso do magistério tem reajuste de 5,4% e vai a R$ 5,1 mil em 2026
Medida Provisória assinada por Lula atualiza valor, que cresce acima da inflação
Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência BrasilWilson Dias/Agência Brasil
O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%
O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%Já está em vigor a Medida Provisória (MP) que atualiza o cálculo do piso salarial nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. Para este ano, o valor será reajustado em 5,4%, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63, válido para a rede pública de todo o país, com jornada de 40 horas semanais.
O percentual representa um ganho real de 1,5% acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, que foi de 3,9%. A medida foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (21).
O piso salarial é o valor mínimo que professores devem ganhar no Brasil. A legislação determina a recomposição anual do valor. A norma define que o piso será atualizado a partir da soma do INPC do ano anterior e de 50% da média da variação percentual da receita real, com base no INPC, relativa à contribuição de estados, Distrito Federal e municípios ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), realizada nos cinco anos anteriores ao ano da atualização.
A lei também determina que o percentual estabelecido nunca poderá ser inferior à inflação do ano anterior, medida pelo INPC. No ano passado, seguindo a mesma regra, o reajuste foi de 6,27%.
As remunerações dos profissionais da educação básica são pagas por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb, bem como de complementações da União. Por ser uma MP, a medida tem validade imediata, mas precisará ser confirmada pelo Congresso Nacional. A Medida Provisória foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU), nesta quinta-feira (22).
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Pablo
22 de janeiro, 2026 | 17:17Sra. Graça Lima,
Não foi o atual governo que anunciou, de forma enfática, o fim das chamadas emendas secretas? Se assim o fez, por qual razão optou por mantê-las? Não parece razoável sustentar que tal escolha tenha ocorrido sem objetivo político claro, sobretudo quando essas emendas continuam sendo utilizadas como instrumento de barganha para aprovação de pautas de interesse do Executivo e de seus aliados econômicos, notadamente o sistema financeiro, que segue como o principal beneficiário das políticas atuais.
É inegável que o orçamento público é aprovado pelo Congresso Nacional. Contudo, é igualmente inegável ? e constitucionalmente previsto ? que cabe ao Presidente da República papel central nesse processo: propor o orçamento, definir prioridades, articular politicamente com o Legislativo e, sobretudo, sancionar ou vetar os cortes aprovados. Portanto, a tentativa de transferir integralmente a responsabilidade ao Congresso constitui, no mínimo, uma omissão deliberada quanto à corresponsabilidade do Executivo.
No caso concreto, o Presidente não apenas deixou de vetar o corte de verbas destinadas à educação básica, como sancionou tal redução, ao mesmo tempo em que ampliou recursos para o programa Pé-de-Meia. O resultado é evidente: retiram-se recursos de crianças em fase de alfabetização ? que não possuem qualquer poder político ou eleitoral ? enquanto se preservam ou ampliam gastos voltados a jovens do ensino médio, muitos dos quais já aptos ao voto.
Essa escolha orçamentária revela uma prioridade que não é pedagógica, nem estrutural, mas claramente eleitoral. Trata-se de uma decisão política consciente, que sacrifica a base da educação para favorecer programas de apelo popular imediato, configurando, ao fim e ao cabo, uma pauta populista travestida de política social.”
Matemática Básica
22 de janeiro, 2026 | 12:50Querido Charles Martins, o piso é baseado em uma jornada de 40h semanais de trabalho, considera-se que um mês tem em média 4,5 semanas, então o cálculo é carga horária semanal x 4,5, que no caso em questão seria 180h, então pegamos esse valor do piso (51.30,63) e dividimos pela carga horária mensal para saber quanto é o mínimo que esse professor irá receber por hora trabalhada, e temos o resultado de 28,50 por hora, então multiplicamos pelo número de horas que ele trabalhou para saber quanto será o salário mensal, se o professor não quer trabalhar as quarenta horas como um trabalhador comum, tudo bem, é um direito dele, mas o salário será proporcional ao número de horas trabalhadas.
Espero ter esclarecido sua dúvida, e esqueça do lindo passado dos seus professores e estude um pouco mais, pois é só uma memória saudosista que tem pouco proveito acadêmico real.”
Graça Lima
22 de janeiro, 2026 | 12:44PABLO QUEM TIRA VERBAS DA EDUCAÇÃO É O CONGRESSO PARA AUMENTAR AS EMENDAS "SECRETAS",CUJA FINALIDADES DOS NICOLETAS, BIONDINS E COMPANHIA É A COMPRAS DESCARADA DE VOTOS.”
Pablo
22 de janeiro, 2026 | 08:33Sr Antonio, isto é coisa para inglês ver. Matéria de anteontem nos jornais vizinho mostram que o seu presidanto cortou verba da alfabetização e inflou o plano "pé de meia". Medida populista em ano eleitoral, para a surpresa de 0 pessoas.”
Charles Martins
22 de janeiro, 2026 | 07:59? serio que professor ganha tudo isso? Então, tem coisa ai que não entendo. Se esse é o piso salarial, e no Brasil, não se pode ganhar abaixo do piso (isso na teoria né), então, escrito, na teoria é uma coisa, agora no real, vai ver quanto um professor ganha, pra ficar horas la na escola, ensinando, compartilhando o conhecimento deles, pras futuras gerações. Hoje, tenho 47 anos, e as vezes encontro professoras que me deram aula no passado, e professores também. Conheço pelo nome, mas me recuso a chamar pelo nome em respeito a eles, pela profissão que exercem, ou ja exerceram, no caso de uma ex professora, que hoje esta aposentada, chamo de professor(a) pois sinto muito orgulho de dizer que foi meu professor, hoje estou fazendo um curso técnico, e mais de uma vez, ja encontrei com professor no shopping, e falo deles, e inclusive, a esposa de um professor que me deu aula no passado, quando me escutou chamando um professor meu meu, da 7ª e 8ª serie de professor, disse que fica muito feliz, quando ve alguém chamando o marido dela de professor, pois isso demonstra o quanto o aluno respeita aquele quem o ensinou no passado.
Agora, a única coisa, que de fato, quando ha reajuste salarial, e é reajuste grande, e real mesmo, é o salario dos políticos.”
Antonio
22 de janeiro, 2026 | 07:07Esse Luladrão é um ordinário. Dando aumento salarial para professor. E o empreendedor, como fica? E o Agro, como fica? E dono da rede de lojas? Só pensa em trabalhador. Desgraç@do. (contém ironia).”