07 de maio, de 2026 | 15:35

Lula deixa a Casa Branca após reunião com Trump

Líderes se reuniram e almoçaram juntos na residência oficial

© Ricardo Stuckert / PR
Agência Brasil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou a Casa Branca, em Washington, após reunião seguida de almoço nesta quinta-feira (7) com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O encontro durou cerca de três horas, com participação de ministros de ambos os países. A expectativa era que Lula e Trump atendessem à imprensa no Salão Oval, mas o plano foi alterado e o líder brasileiro deverá falará a jornalistas na sede da embaixada brasileira na capital norte-americana ainda nesta tarde.

Lula chegou à Casa Branca pouco depois do meio-dia (horário de Brasília). O encontro foi previamente negociado pelas equipes dos dois países, com a expectativa de tratar diversos temas, como comércio, combate ao crime organizado, além de questões geopolíticas e de minerais críticos.

No mês passado, Brasil e Estados Unidos anunciaram um acordo de cooperação mútua visando combater o tráfico internacional de armas e drogas.

A parceria prevê o compartilhamento de informações sobre apreensões feitas nas aduanas dos dois países, de forma a viabilizar uma investigação célere de padrões, rotas e vínculos entre remetentes e destinatários de produtos ilícitos.

Fazem parte da comitiva presidencial os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Justiça e Segurança Pública, Wellington César; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

Histórico


A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa, desde 2025, uma fase de tensões decorrentes da política tarifária adotada pelo presidente Donald Trump, que retomou medidas protecionistas já observadas no seu primeiro mandato.

O ciclo de disputas começou com a imposição de tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio, afetando diretamente o Brasil – um dos principais fornecedores desses produtos ao mercado norte-americano.

As justificativas apresentadas pelos EUA para tais medidas combinavam argumentações econômicas e políticas.

Houve também críticas à Suprema Corte do Brasil, no contexto das decisões do Judiciário brasileiro relacionadas ao processo envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelos atos golpistas que culminaram com o 8 de janeiro de 2023.

Em abril, os Estados Unidos adotaram tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, sob o argumento de falta de reciprocidade comercial. O governo brasileiro intensificou algumas tratativas diplomáticas e, mais adiante, levou o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).

Além disso, o Brasil fortaleceu alguns de seus instrumentos legais, como medidas de reciprocidade e retaliação, na tentativa de evitar uma escalada ainda maior por parte do governo dos EUA.

No fim de 2025 e no início de 2026, houve recuo parcial dos Estados Unidos, com exclusões de produtos e substituição do tarifaço por uma tarifa global temporária de cerca de 10%. Setores como aço e alumínio, porém, seguem com taxas elevadas.
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Comentários

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Nelore

08 de maio, 2026 | 19:21

“Caríssimo Pato Manco, quem gosta de lamber as bolas do Diabo Loiro é o seu Minto Inelegível e Prisioneiro domiciliar e familícia. Esqueceu que o Eduardo Bananinha e o Flávio Rachadinha já tiveram um encontro com ele?”

Pato Manco

08 de maio, 2026 | 17:36

“Grasnando para inprecionar os "cumpanheiros alienados, mas lá, além de lamber as botas certamente entregou até a cueca.”

Zeze

08 de maio, 2026 | 13:27

“Vai deixar os EUA explorar os minerais do Brasil em troca da retirada das taxas kkkkkkkkkkkkkk. Grande soberania. Se fosse outro presidente seria taxado de entreguista.”

Stop

07 de maio, 2026 | 21:32

“Seja firme guerreiros aguente mais 72 horas que as bombas vem
anti-patriotas”

Sério

07 de maio, 2026 | 19:27

“O Brasil é soberano e tem um presidente de respeito”

Gildázio Garcia Vitor

07 de maio, 2026 | 18:24

“Muito bem Sr. Gilson! Excelente comentário! Parabéns!
Não tinha pensado nisso. Soberania e autodeterminação se conquistam com discursos e atitudes, não dá para compará-los com os do Presidente anterior e nem com os dos atuais candidatos-herdeiros dele.”

Gilson Nunes

07 de maio, 2026 | 17:18

“Não vi em nenhum momento o presidente Lula se humilhar pro Trump,igual o ex. Presidente e seus seguidores fazem , vi sim o presidente americano tratar o brasileiro com o máximo respeito e admiração.”

Rx

07 de maio, 2026 | 16:02

“? vamos ver se vai sair acordos bom pro Brasil né,
Não dá mole não em presidente”

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